Depois de um tempo longo de angústia em relação à faculdade, eu meio que consegui enxergar uma luz no fim do túnel.
No segundo período (to no 4o, ou seja, há quase um ano) eu tive uma cadeira de fotografia. Logo de cara já me apaixonei, isso antes de ouvir as teorias e conceitos e saber como se manipula uma câmera. Quando comecei a ver as teorias e conceitos, comecei a gostar de verdade (não que eu já não gostasse antes, mas passei a gostar mais) e passei a cogitar a possibilidade de focar justamente na fotografia.
Dei uma pesquisada e vi que pessoas formadas em jornalismo podem se especializar em foto (não só em fotojornalismo, mas na foto em si) e viver disso. Comecei a realmente tomar gosto pela coisa, li os artigos recomendados sobre morte e imagem (sim, o tema é mórbido, mas é bom pra entender um monte de coisas) e sobre teorias da foto em si.
No semestre passado, tive que pagar uma cadeira pra fazer o pré-projeto de um "mini TCC", por assim dizer, e esse "mini TCC" será colocado em prática nesse semestre. Com a opção de tema livre, acabei escolhendo fotografia, mais especificamente Astrid Kirchherr, uma fotógrafa alemã que eu particularmente gosto.
Terminei de fazer o pré-projeto e, para a minha surpresa, consegui meio que convencer que o meu tema não era tão maluco como parece logo de cara e que realmente vale a pena ser estudado. Segunda-feira vou dar andamento no projeto depois de uma alegria: ter estagiado num centro de imagem durante as férias.
Esse estágio (que durou curtas três semanas) me ajudou a ter certeza que é isso que eu quero pra mim. Trabalhar com imagem passou a ser uma espécie de "conforto" e luz no fim do túnel. E, durante as férias, vi que eu teria apoio não só de amigos, mas da minha família (mais especificamente dos meus pais) pra esse tipo de profissão.
Agora é só ter o foco na imagem.
sábado, 19 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Tatuagem
Depois de um bom tempo desejando, ansiando e confabulando, finalmente fiz a minha primeira tatuagem. Fiquei um tempo em dúvida sobre o que e onde fazer, mas acabei decidindo.
Como eu sempre fui um pouco "catequizada" pela minha mãe em relação a tatuagem (não escolher nada em relação a fandoms ou nome de namorados/amigos/noivos/maridos), quis alguma coisa que tivesse significado pra mim. Passei realmente um tempo pensando no que eu iria tatuar, até acabar chegando a duas opções: ou eu iria tatuar "carry on", ou uma flecha simples. Nos dois casos, a tatuagem que fosse escolhida, seria feita na costela. Matutei mais um pouco e, no dia que eu marquei com o tatuador (há exatamente 1 semana) mudei de ideia, tanto em relação ao que seria tatuado, quanto em relação a onde seria feita.
No fim, acabei decidindo tatuar uma âncora, um pouco acima da dobra interna do cotovelo. Quando terminei de fazer, fui direto pro estágio, sabendo que, quando voltasse de viagem, a minha mãe poderia surtar.
Quando cheguei em casa, meus irmãos (sou a 3ª de 4, mas nesse dia, só estavam em casa dois deles) começaram a me perguntar: "Doeu?" "Onde é que tu fez?" e coisas afins. A minha irmã em específico perguntou: "O que essa âncora significa pra você? Tais ligada que você não tem como tirar mais, né?" Respondi com toda a calma possível.
Pra quem também ficou se perguntando se doeu ou não, a resposta é: doeu, mas foi aexcruciante dor de ser riscado com uma caneta que tá falhando. Sim, foi essa a enorme e insuportável dor.
E sim, a âncora tem um significado pra mim. Desde pequena morei numa cidade litorânea que, inicialmente, era uma vila de pescadores. Além disso, eu adoro o mar (não confundir com "gostar de praia". Agradecida.) e nadar, apesar de nunca ter virado atleta por ser muito devagar.
Quem quiser tirar alguma dúvida, pode entrar em contato comigo pelos comentários ou pelo twitter (@whatislife_63). Mas não garanto que sou uma especialista, mas posso ajudar no possível.
UPDATE: A revista Super Interessante tá fazendo um censo de quem tem tatuagem. Vale a pena participar, já que, no final, ele diz qual o seu perfil em relação a tatuagem.
Como eu sempre fui um pouco "catequizada" pela minha mãe em relação a tatuagem (não escolher nada em relação a fandoms ou nome de namorados/amigos/noivos/maridos), quis alguma coisa que tivesse significado pra mim. Passei realmente um tempo pensando no que eu iria tatuar, até acabar chegando a duas opções: ou eu iria tatuar "carry on", ou uma flecha simples. Nos dois casos, a tatuagem que fosse escolhida, seria feita na costela. Matutei mais um pouco e, no dia que eu marquei com o tatuador (há exatamente 1 semana) mudei de ideia, tanto em relação ao que seria tatuado, quanto em relação a onde seria feita.
No fim, acabei decidindo tatuar uma âncora, um pouco acima da dobra interna do cotovelo. Quando terminei de fazer, fui direto pro estágio, sabendo que, quando voltasse de viagem, a minha mãe poderia surtar.
Quando cheguei em casa, meus irmãos (sou a 3ª de 4, mas nesse dia, só estavam em casa dois deles) começaram a me perguntar: "Doeu?" "Onde é que tu fez?" e coisas afins. A minha irmã em específico perguntou: "O que essa âncora significa pra você? Tais ligada que você não tem como tirar mais, né?" Respondi com toda a calma possível.
Pra quem também ficou se perguntando se doeu ou não, a resposta é: doeu, mas foi a
E sim, a âncora tem um significado pra mim. Desde pequena morei numa cidade litorânea que, inicialmente, era uma vila de pescadores. Além disso, eu adoro o mar (não confundir com "gostar de praia". Agradecida.) e nadar, apesar de nunca ter virado atleta por ser muito devagar.
Quem quiser tirar alguma dúvida, pode entrar em contato comigo pelos comentários ou pelo twitter (@whatislife_63). Mas não garanto que sou uma especialista, mas posso ajudar no possível.
UPDATE: A revista Super Interessante tá fazendo um censo de quem tem tatuagem. Vale a pena participar, já que, no final, ele diz qual o seu perfil em relação a tatuagem.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Momento desabafo
Eu to completamente insatisfeita com o curso de faculdade que eu to fazendo.
Isso mesmo que você leu. Eu estou insatisfeita. Muita gente vai dizer: "Mas você está entre a minoria privilegiada da população que tem direito a uma educação superior" ou "Você mesma escolheu isso, então aguenta."
Deixem que eu explique.
A universidade que eu faço (UFPE) tem o foco em academicismo. O que é isso? É o foco para pesquisa acadêmica. Essa pesquisa, até onde me foi apresentado, é extremamente maçante, chato e não leva a quase canto nenhum. Na minha humilde opinião, só leva a algum lugar as pesquisas que forem focadas na realidade, não num faz de contas que aparece várias vezes nas pesquisas.
Desde que eu entrei na faculdade, percebi essa enorme característica. Nunca, na minha vida, eu quis ser pesquisadora acadêmica. Acho isso um porre e não tem nada a ver comigo. Pois bem. Nesse período, está com um foco muito grande em pesquisa acadêmica. Tenho uma cadeira que estimula a isso. (E nem estou perto de fazer o TCC, diga-se de passagem. Ainda estou no começo do 2º ano de curso) O que mais me chateia na situação toda é ver que eu não tenho poder nenhum e que é tudo um "ou vai ou racha". Em outras palavras, "ou faz ou reprova".
Isso está me desestimulando pra cacete (mais do que a estrutura completamente horrível, falta de professor e mercado de trabalho lixo) e eu já não era das pessoas mais entusiasmada com o processo todo.
O engraçado disso tudo é que sempre ouvi que a faculdade é um tempo maravilhoso, melhor que a escola e que você vai sempre querer reviver quando estiver mais velho. Se um prédio cheio de mofo e de ratos correndo pelo forro do teto, greve dia sim e o outro também e aulas maçantes forem motivos pra eu querer reviver esse período da minha vida, eu acho que tem alguma coisa muito errada nessa história.
Nada contra os professores que lecionam na instituição, muito pelo contrário. Eu sei que, em muitos casos, a culpa de ter que dar uma aula maçante não é daquele professor em específico. É de um currículo engessado, que prega, como eu já disse, um academicismo, uma necessidade por pesquisa e teoria. Ou seja, por mais que o professor seja o máximo e tenha uma didática fantástica, o currículo do curso pede um perfil chato e repetitivo.
Outra coisa que me dá extrema agonia é saber que isso é tido como referência. Um lugar onde a teoria oprime a prática, onde você passa um tempão só vendo teorias sem fim e quase não vê prática (por falta de estrutura e por causa de um currículo engessado) é visto como um modelo "a ser seguido". Sim, já ouvi que isso está mudando (tanto o currículo quanto a realidade da visão em relação a faculdade). Mas e o agora? Eu não vou pegar as mudanças curriculares. Não vou ser atingida a tempo. Vou ter que simplesmente seguir por mais três anos e meio vendo teorias e esquecendo a prática? Ou melhor, só aprendendo a prática num estágio?
Entendo que universidade nenhuma tem condição de dar 100% de prática, mas praticamente nenhuma é demais.
Enfim, esse foi o meu desabafo...
Isso mesmo que você leu. Eu estou insatisfeita. Muita gente vai dizer: "Mas você está entre a minoria privilegiada da população que tem direito a uma educação superior" ou "Você mesma escolheu isso, então aguenta."
Deixem que eu explique.
A universidade que eu faço (UFPE) tem o foco em academicismo. O que é isso? É o foco para pesquisa acadêmica. Essa pesquisa, até onde me foi apresentado, é extremamente maçante, chato e não leva a quase canto nenhum. Na minha humilde opinião, só leva a algum lugar as pesquisas que forem focadas na realidade, não num faz de contas que aparece várias vezes nas pesquisas.
Desde que eu entrei na faculdade, percebi essa enorme característica. Nunca, na minha vida, eu quis ser pesquisadora acadêmica. Acho isso um porre e não tem nada a ver comigo. Pois bem. Nesse período, está com um foco muito grande em pesquisa acadêmica. Tenho uma cadeira que estimula a isso. (E nem estou perto de fazer o TCC, diga-se de passagem. Ainda estou no começo do 2º ano de curso) O que mais me chateia na situação toda é ver que eu não tenho poder nenhum e que é tudo um "ou vai ou racha". Em outras palavras, "ou faz ou reprova".
Isso está me desestimulando pra cacete (mais do que a estrutura completamente horrível, falta de professor e mercado de trabalho lixo) e eu já não era das pessoas mais entusiasmada com o processo todo.
O engraçado disso tudo é que sempre ouvi que a faculdade é um tempo maravilhoso, melhor que a escola e que você vai sempre querer reviver quando estiver mais velho. Se um prédio cheio de mofo e de ratos correndo pelo forro do teto, greve dia sim e o outro também e aulas maçantes forem motivos pra eu querer reviver esse período da minha vida, eu acho que tem alguma coisa muito errada nessa história.
Nada contra os professores que lecionam na instituição, muito pelo contrário. Eu sei que, em muitos casos, a culpa de ter que dar uma aula maçante não é daquele professor em específico. É de um currículo engessado, que prega, como eu já disse, um academicismo, uma necessidade por pesquisa e teoria. Ou seja, por mais que o professor seja o máximo e tenha uma didática fantástica, o currículo do curso pede um perfil chato e repetitivo.
Outra coisa que me dá extrema agonia é saber que isso é tido como referência. Um lugar onde a teoria oprime a prática, onde você passa um tempão só vendo teorias sem fim e quase não vê prática (por falta de estrutura e por causa de um currículo engessado) é visto como um modelo "a ser seguido". Sim, já ouvi que isso está mudando (tanto o currículo quanto a realidade da visão em relação a faculdade). Mas e o agora? Eu não vou pegar as mudanças curriculares. Não vou ser atingida a tempo. Vou ter que simplesmente seguir por mais três anos e meio vendo teorias e esquecendo a prática? Ou melhor, só aprendendo a prática num estágio?
Entendo que universidade nenhuma tem condição de dar 100% de prática, mas praticamente nenhuma é demais.
Enfim, esse foi o meu desabafo...
sábado, 13 de julho de 2013
Saudades define
Apesar do título dessa postagem, não sei dizer se é realmente saudades o que eu sinto. Vamos lá entender o porquê.Há um pouco mais de dois meses, eu terminei um namoro de três anos com um cara que, digamos, não valia muito a pena. Não, ele não era do tipo cafajeste (graças ao meu bom Deus). Ele era até sossegado. Sossegado até demais, pra falar a verdade. Saber o que ele pensava ou sentia era impossível. Eu quase não conhecia ele, mesmo namorando ele por 3 anos. Apesar disso, era até bom passar um tempo com ele. Principalmente quando a gente não precisava falar (se é que me entendem)
Mas eu sinto falta. Não de ter que pressionar ele a falar alguma coisa, ou ter que ficar adivinhando o que diabos ele tava pensando/sentindo. Sinto falta de poder simplesmente ter alguém pra dividir os meus problemas, sabendo que essa pessoa não iria me julgar por isso ou por aquilo. Sinto falta de dar uns pegas em alguém. (Não vou negar. Era bom sim.)Não vou ser idiota o suficiente pra dizer que sinto falta de namorar o meu ex. Principalmente porque seria uma mentira gigantesca. Só queria poder ter um alguém que pensasse diferente de mim, mas que pudesse me dar colo nos momentos que eu precisasse, que me apoiasse nos meus desafios e que me fizesse me sentir inteira e completa. E espero que eu possa fazer esse alguém feliz e completo também.
Mas às vezes tenho a impressão de que nunca vou achar um alguém que realmente vá me olhar de um jeito diferente e que vá aceitar me ter ao lado dela pelos mesmos motivos que eu iria querer tê-lo ao meu lado. E é estranho e ruim se sentir assim.
Enfim, espero que essa saudade ou passe ou seja sanada, por que viver assim é ruim, é chato e dá espaço a pensamentos nada legais e me deixa me sentindo um lixo.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Expectativas Ruins
É engraçado como a gente cria expectativas mesmo sem querer. A gente cria e depois quebra a cara porque não correspondem à realidade.
Por exemplo, todo mundo acha que alguma coisa muito especial vai acontecer quando fizerem 18. Esperam que vá acontecer uma coisa maravilhosa, que vão ter uma epifania ou qualquer coisa. (Eu não vou dizer que eu não esperava. Seria muita hipocrisia da minha da minha parte.) Mas quando chega o dia do aniversário de 18 anos da pessoa, o quê que acontece? Nada. Absolutamente nada.
Pra não dizer que não acontece nada, metade das pessoas que te conhecem dizem: "Já pode ir preso(a).". Muitas vezes essa vai ser A PRIMEIRA COISA a ser dita. Outras chegam: "Quando é que vai tirar a carteira (de motorista)?".
Digo, por experiência própria: ISSO É IRRITANTE E FRUSTRANTE. Você espera a sua vida inteira pra fazer 18 anos, já que todo mundo diz que é uma maravilha ser maior de idade e mais um monte de merda, pra depois não acontecer nada de fabuloso.
Isso é mais fabuloso do que fazer 18 anos:
Por exemplo, todo mundo acha que alguma coisa muito especial vai acontecer quando fizerem 18. Esperam que vá acontecer uma coisa maravilhosa, que vão ter uma epifania ou qualquer coisa. (Eu não vou dizer que eu não esperava. Seria muita hipocrisia da minha da minha parte.) Mas quando chega o dia do aniversário de 18 anos da pessoa, o quê que acontece? Nada. Absolutamente nada.
Pra não dizer que não acontece nada, metade das pessoas que te conhecem dizem: "Já pode ir preso(a).". Muitas vezes essa vai ser A PRIMEIRA COISA a ser dita. Outras chegam: "Quando é que vai tirar a carteira (de motorista)?".
Digo, por experiência própria: ISSO É IRRITANTE E FRUSTRANTE. Você espera a sua vida inteira pra fazer 18 anos, já que todo mundo diz que é uma maravilha ser maior de idade e mais um monte de merda, pra depois não acontecer nada de fabuloso.
Isso é mais fabuloso do que fazer 18 anos:
![]() |
| Uma dica, crianças: NÃO CRESÇAM. Crescer é uma merda e uma armadilha. |
Também tem aquelas expectativas em relação a outras pessoas. Essas são as piores, sinceramente. Você olha pra pessoa e jura por tudo que há de mais sagrado que aquele alguém é maravilhoso(a). Finalmente você chega na pessoa, começa a conversar com ela e fica na expectativa de que aquela pessoa esteja solteira e que goste de você. Pouco depois você descobre: aquele ser maravilhoso que conversava com você é um(a) filho(a) da puta. Ou que, mesmo que realmente seja legal, está comprometido(a) ou tem uma orientação sexual que não "bate" com a sua. Aí, pronto. Ferrou tudo. Você começa a pensar que o problema é com você. Que você não é tão interessante assim. E começa a merda todinha.
Bem, isso foi um pouquinho do que eu acho de expectativas ruins (que isso fique bem claro). Elas ferram com o seu psicológico. Destroem um pouquinho da sua inocência (ou do que resta dela).
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Novidades no Front
Depois de alguns dias com livros, pessoas, problemas, aulas e muito mais coisas, percebi várias coisas.
As pessoas mudam.
Não mudam pouca coisa. Mudam muito. Pode ser em alguns dias, meses ou até mesmo em anos. Mas mudam.
Nos últimos dias, acredito que cresci muito em certos aspectos, coisa que não acontecia há não sei quanto tempo. Tive que enfrentar algumas coisas que eu nunca me imaginei enfrentando (briga com um grande amigo meu que eu nunca tinha brigado, tive o stress de matrícula em eletivas numa universidade federal - processo chato e complicado - e os preparativos para os meus 18 anos).
Nessa "brincadeira", tive que rever conceitos, ideias e atitudes minhas. Também fui obrigada a tomar atitudes que eu não esperava ser obrigada a tomar algum dia.
O front de batalha que eu mencionei no título, no caso, seria a minha própria vida. Ou a de qualquer um. Sempre acreditei que a vida fosse como uma grande guerra, onde você ganha algumas batalhas e perde outras. Não acho que todas as batalhas sejam contra um alguém. Tem batalhas que são contra algo.
Muitas vezes, as batalhas contra os "algos" são mais difíceis. Talvez por você não pode prever o que esse algo vá fazer. Mas outras batalhas contra os "alguéns" também são dificílimas. Você pisa em ovos por não saber o que você pode ou não dizer, já que pessoas pensam diferente (mesmo as que a gente acha que são iguais a nós mesmos.
Para quem ficou curioso, consegui me matricular na eletiva que eu queria (ainda bem), consegui fazer as pazes com o meu amigo e a minha festa ainda vai acontecer. (Mas vou perder um jogo de futebol maravilhoso por causa da data :c)
As pessoas mudam.
Não mudam pouca coisa. Mudam muito. Pode ser em alguns dias, meses ou até mesmo em anos. Mas mudam.
Nos últimos dias, acredito que cresci muito em certos aspectos, coisa que não acontecia há não sei quanto tempo. Tive que enfrentar algumas coisas que eu nunca me imaginei enfrentando (briga com um grande amigo meu que eu nunca tinha brigado, tive o stress de matrícula em eletivas numa universidade federal - processo chato e complicado - e os preparativos para os meus 18 anos).
Nessa "brincadeira", tive que rever conceitos, ideias e atitudes minhas. Também fui obrigada a tomar atitudes que eu não esperava ser obrigada a tomar algum dia.O front de batalha que eu mencionei no título, no caso, seria a minha própria vida. Ou a de qualquer um. Sempre acreditei que a vida fosse como uma grande guerra, onde você ganha algumas batalhas e perde outras. Não acho que todas as batalhas sejam contra um alguém. Tem batalhas que são contra algo.
Muitas vezes, as batalhas contra os "algos" são mais difíceis. Talvez por você não pode prever o que esse algo vá fazer. Mas outras batalhas contra os "alguéns" também são dificílimas. Você pisa em ovos por não saber o que você pode ou não dizer, já que pessoas pensam diferente (mesmo as que a gente acha que são iguais a nós mesmos.
Para quem ficou curioso, consegui me matricular na eletiva que eu queria (ainda bem), consegui fazer as pazes com o meu amigo e a minha festa ainda vai acontecer. (Mas vou perder um jogo de futebol maravilhoso por causa da data :c)
domingo, 21 de abril de 2013
Divergente - Resenha parcial
Essa semana eu tomei vergonha na cara e baixei o livro Divergente de Veronica Roth para ler. (Eu sei, eu sei. Foi ~meio~ errado baixar e não comprar, mas na falta de dinheiro, é o que se pode fazer). Eu realmente me viciei no livro, mais do que eu esperava.
Como eu cheguei nesse livro: teve uma promoção numa página do facebook que eu curto e uma das condições para participar da promoção era curtir uma página sobre o livro Divergente. A partir desse "curta para participar", eu acabei conhecendo o livro. Só que a questão é: eu passei quase dois meses como curtidora da página de Divergente sem ao menos ter lido o livro. Quando foi essa semana, tomei vergonha e baixei o livro (sorry, Veronica, por não ter comprado o livro - ainda). Comecei a ler naquele sentimento: será que é tão bom quanto a página descreve ou é só um exagero.
Admito que, em parte, tem um pouco de exagero, mas o livro (até a parte que eu li) é muito bom.
O livro conta a história de Beatrice Prior (que também é a narradora da história), uma adolescente de 16 anos, que mora em Chicago. Até aí, coisinha normal e lá-lá-lá. Mas não é a Chicago de 2013, mas num futuro não especificado, onde a cidade é dividida em cinco facções: Amity, Dauntless, Candor, Abnegation e Erudite (se você ler o livro em português, os nomes das facções vão ser diferentes, mas no fim dá na mesma coisa). Beatrice nasceu e cresceu na Abnegation, a facção que acredita que a abnegação é a solução para evitar guerras e conflitos. Mas nessa Chicago futurista nada é tão perfeito assim, aos 16 anos, as pessoas fazem um teste e depois uma escolha: mudar ou não de facção.
O processo é até relativamente simples. A pessoa faz um teste que vê quais são as facções que ela tem "afinidade" e, a partir do resultado desse teste (que é entregue na hora), a pessoa decide pra onde vai. Acontece que o normal é a pessoa ter afinidade com apenas uma facção. Beatrice tem com três: Abnegation, Amity e Dauntless, o que a torna uma Divergente.
Ser um Divergente é considerado ruim, já que você se torna um perigo para a sociedade "faccionada". Beatrice acaba decidindo entrar na facção Dauntless, para desgosto do seu pai e orgulho (acho) da mãe. Assim que se junta aos Dauntless, Beatrice se vê obrigada a fazer coisas que não era acostumada a fazer, como pular pra dentro de um trem em movimento e pular de um prédio (essas são as duas primeiras coisas que ela é obrigada a fazer). Quando chega no QG Dauntless, Beatrice troca seu primeiro nome por Tris. Durante alguns meses, Tris passa por uma iniciação para realmente se juntar aos Dauntless. Isso se ela conseguir sobreviver à iniciação.
Sim, isso foi a sinopse que eu consegui fazer (orgulhosa). Então vamos aos fatos. Veronica escreve bem. Não é bem tipo: "era uma vez". Por favor. É bem mesmo. Consegue te prender loucamente (a ponto de eu quase perder a parada do ônibus quando estava voltando pra casa). Super recomendo esse livro. (Por enquanto. Mas como eu estou quase no fim, acho que não vou conseguir voltar atrás nessa opinião.)
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Sonhos
Desde pequena eu imaginava como seria o meu futuro, assim como qualquer outa criança. Me imaginava como médica, arquiteta, professora... Depois de um tempo, meu sonhos foram sumindo. Uns foram arrancados de mim pela realidade, outros foram simplesmente substituídos.
Alguns anos atrás (sete anos, pra ser mais específica) eu decidi que queria ser escritora. Eu ouvi muitos incentivos e muitas críticas. Mas sempre me mantive escrevendo pra ver se, algum dia, eu conseguiria escrever uma coisa completamente minha, sem a necessidade de usar como base o universo criado por um outro alguém.
Dois anos atrás, eu finalmente consegui. Escrevi a minha primeira história totalmente minha, sem ter como base a saga ou o filme de alguém. Tudo que estava ali era meu. Personagens, falas, enredo, tudo. Sinceramente, me orgulho muito desse texto. Por três motivos.
Primeiro motivo: foi o primeiro texto que eu escrevi que era totalmente meu, sem a interferência direta de nenhuma outra obra. Segundo motivo: veio de uma época muito ruim da minha história, onde eu estava me sentindo completamente só e sem amigos. Terceiro motivo: me mostrou que eu realmente gosto de escrever ficção e é isso que eu quero fazer da minha vida.
Ou seja, isso me mostrou que o meu sonho não era tão difícil. Basta somente a inspiração certa, no momento certo pra tudo dar certo. Admito que o que foi escrito não é uma perfeição nem nada digno de estar numa Academia. (Sim, Academia com "a" maiúsculo. Com "a" maiúsculo porque não é aquele lugar que você vai pra puxar ferro) Mas foi o que eu consegui sendo uma mera estudante de ensino médio. Fui elogiada por todos que leram (modéstia à parte) e também recebi alguns conselhos.
Mas muito antes dessa história ter sido sequer imaginada, eu recebi um conselho que eu nunca vou esquecer. Um professor de literatura meu chamado André que me deu esse conselho. Ele tinha acabado de ler uma poesia que eu tinha feito e antes de ler aquela poesia, ele tinha lido um texto em prosa meu. Ele veio pra mim, me devolvendo a poesia e disse mais ou menos assim: "Invista na prosa, você tem mais futuro nela do que na poesia.". Sinceramente, hoje eu não duvido mais desse conselho de André.
Com toda a certeza, se eu não tivesse ouvido esse conselho de André, eu não teria desistido da poesia (no que eu sou realmente ruim, já que eu não tenho o menor jeito pra métrica e rima) e não teria investido tão maciçamente na prosa. E, também não teria escrito o texto do qual hoje eu me orgulho tanto.
Você deve estar se perguntando: "Tá, beleza. História bonitinha e tal, mas o que isso tem a ver com teu sonho?" Tudo. O meu sonho é, desde quando eu tinha 11 anos, ser escritora. Ouvir de alguém um: "O seu livro mudou a minha vida, muito obrigado(a)". E, através da tentativa e erro, acredito que vou conseguir. Mas sei que, por morar num país onde a bunda vale mais do que o cérebro e onde encher a cara vale mais do que ler um livro, não vou poder viver exclusivamente desse sonho. Eu morreria de fome. Literalmente.
E toda vez que chego a esse ponto (o de que eu morreria, literalmente, de fome se eu vivesse de escrever livros) eu me questiono: Por que isso tem que ser tão difícil pra quem escolhe o mundo das artes? (isso vale pra qualquer tipo de arte: música, teatro, cinema, literatura e fotografia) Dizem que há incentivo, mas muitas vezes (se não todas) não é só o incentivo financeiro que é necessário durante a produção da obra. É necessário um incentivo para o consumo dessa obra.
Por essa falta de incentivo ao consumo de arte nacional e local, que muitas vezes vemos artistas que poderiam ser brilhantes e grandes destaques não só dentro do país, mas fora, que acabam entrando em empregos que são desgostosos, que não são simpáticos e acabam sendo "forçados" a viver de um jeito que não os permite criar.
Então gostaria de deixar aqui o meu apelo: compre um livrinho, desses meio toscos, mas de uma editora local. Assista uma peça ou ouça uma banda "underground". Incentive aquele carinha que desenha muito bem. Faça esse tipo de coisa para que a arte nacional não seja uma coisa que só a gringaiada reconheça.
Postagem Bônus de hoje
Desde a semana passada, mais uma lenha foi jogada na discussão casamento gay aqui no Brasil. Pra quem não sabe, aqui no Brasil há uma Comissão de Direitos Humanos no Congresso Nacional. O presidente dessa comissão é um pastor de igreja chamado Marco Feliciano. Por ser pastor ele deveria pregar a igualdade entre as pessoas. Deveria, mas, infelizmente, não prega. Entre outras características (ou melhor, falhas) ele é machista, racista e homofóbico. Entre outras declarações, ele disse que os negros são amaldiçoados, pois descendem do filho amaldiçoado de Noé, e que John Lennon foi assassinado por ter dito que os Beatles eram mais famosos que Jesus Cristo. Sim, é esse tipo de criatura que preside uma comissão de diretos humanos.
Enfim. A "lenha" jogada na fogueira foi a declaração, seguida de uma fotografia, da cantora Daniela Mercury. Na declaração, ela dizia que estava feliz com a situação dela com sua esposa, que as duas são felizes. A declaração é fortemente reforçada pela foto, que é uma colagem de algumas outras, onde estão as duas sorrindo e parecendo bastante felizes.
Pouco tempo depois, a cantora disse que o pastor Marco Feliciano não a representava. (Nem me representa, vale frisar) Acredito que a "saída do armário" de Daniela encorajou vários jovens a fazer o mesmo, principalmente numa época como essa que o país passa onde um racista homofóbico preside uma comissão pró direitos humanos.
E eu realmente acredito que, se é amor de verdade, onde as pessoas se respeitam e que não interfere negativamente na sociedade como um todo, vale a pena ser vivido e ninguém tem nada a ver com isso. Não vejo mal nenhum no casamento gay, muito pelo contrário. Se um casal gay quer se casar, ótimo, que se casem e sejam muito felizes. Esse mesmo casal quer adotar crianças? Pois que adotem e as trate bem.
O que não pode é uma pessoa (gay ou não) se casar, mas ficar humilhando e violentando o cônjuge; adotar uma criança pra tratá-la mal; tomar posse de um cargo público para fazer bem pra si mesmo ou só terminar de foder com a sociedade.
Sinceramente espero que o pastor Marco Feliciano saia desse cargo, já que alguém com essa mente fechada e medieval não é capaz (ao meu ver) de presidir uma comissão de direitos humanos.
Como um "little treat" pra vocês, aqui vai um vídeo avacalhando com o Marco Feliciano. (Concordo plenamente com a frase: "Renuncia a sua presença no século XXI")
Enfim. A "lenha" jogada na fogueira foi a declaração, seguida de uma fotografia, da cantora Daniela Mercury. Na declaração, ela dizia que estava feliz com a situação dela com sua esposa, que as duas são felizes. A declaração é fortemente reforçada pela foto, que é uma colagem de algumas outras, onde estão as duas sorrindo e parecendo bastante felizes.
Pouco tempo depois, a cantora disse que o pastor Marco Feliciano não a representava. (Nem me representa, vale frisar) Acredito que a "saída do armário" de Daniela encorajou vários jovens a fazer o mesmo, principalmente numa época como essa que o país passa onde um racista homofóbico preside uma comissão pró direitos humanos.
E eu realmente acredito que, se é amor de verdade, onde as pessoas se respeitam e que não interfere negativamente na sociedade como um todo, vale a pena ser vivido e ninguém tem nada a ver com isso. Não vejo mal nenhum no casamento gay, muito pelo contrário. Se um casal gay quer se casar, ótimo, que se casem e sejam muito felizes. Esse mesmo casal quer adotar crianças? Pois que adotem e as trate bem.
O que não pode é uma pessoa (gay ou não) se casar, mas ficar humilhando e violentando o cônjuge; adotar uma criança pra tratá-la mal; tomar posse de um cargo público para fazer bem pra si mesmo ou só terminar de foder com a sociedade.
Sinceramente espero que o pastor Marco Feliciano saia desse cargo, já que alguém com essa mente fechada e medieval não é capaz (ao meu ver) de presidir uma comissão de direitos humanos.
Como um "little treat" pra vocês, aqui vai um vídeo avacalhando com o Marco Feliciano. (Concordo plenamente com a frase: "Renuncia a sua presença no século XXI")
Músicas vs Guilty Pleasures
Semana passada eu decidi ignorar um pouco os gostos musicais considerados "guilty pleasures" (ou, em tradução literal, prazeres vergonhosos) e pedi algumas dicas prum amigo meu que é meio que campeão nesse tipo de música (a diferença é que ele não tem a menor vergonha de gostar do pop ex-Disney. Ele é até que orgulhoso, diferente de minha pessoa)
Esse meu amigo me sugeriu três álbuns de uma artista que, aqui no Brasil, é considerada uma artista de "guilty pleasures". Ouvi os três álbuns. Admito que não foram os três inteiros, mas uma boa parte dos três (só um eu ouvi inteiro). E não é que gostei? Achei que essa artista tem uma batida boa e uma voz legal. De verdade e sem sacanagem nenhuma.
E depois fiquei pensando: porque será que os artistas (atores, cantores, bandas e até programas) ficam marcados dentro de um estereótipo, mesmo que eles tenham uma mudança radical? (O que foi o caso da artista que eu ouvi os álbuns)
Por exemplo o seriado Glee. (Sim, eu assisto. E mudou muito desde a primeira temporada) Muita gente assistiu o episódio piloto (também conhecido como primeiro episódio da série inteira) e acharam uma merda. Ok, o episódio pode não ser dos melhores episódios piloto da história, mas a série conseguiu evoluir depois daquela temporada (e consequentemente daquele episódio) e já está na quarta temporada, com muitos novos personagens e discussões um pouco mais adultas do que "quem vai pegar o próximo solo?". E ainda hoje vejo gente dizer: "não gosto de Glee porque é um musical bestinha que todo mundo só quer parar e cantar a série inteira" ou até "é tudo um rodízio, não tem casal fixo". Reconheço que, pra gostar da série, você precisa gostar de musicais. E, volto ao meu primeiro argumento, a pessoa se fixou à primeira imagem que teve da série: uma série sobre desajustados que tinha mais música do que fala.
Enfim, meu ponto é: nem sempre as coisas consideradas "guilty pleasures" devem ser tão "guilty" assim. Que as pessoas deveriam entender que, nem sempre, as atitudes dos artistas que uma pessoa gosta vão definir o que a pessoa é. Muitas vezes, temos que separar o artista da arte. Ou seja, alguém pode gostar da música de Rihanna, mas não da Rihanna (afinal, ela voltou com Chris Brown depois de levar uma porrada dele) e o fato de alguém gostar da música dela não significa que está aprovando as atitudes dela.
Bem, acho que é isso. Até a próxima.
PS: A artista que eu ouvi essa semana é Miley Cyrus. E, sinceramente acredito, que a galera toda deveria aprender a dissociar ela da Hannah Montana. A Hannah Montana é um saco, mas as músicas da Miley são legais, de verdade.
PPS: Podem me julgar o quanto quiserem depois dessa. Desisti de me importar. Ou como ouvi outro dia: "This is who I am and I take no apologies." (Tradução: Essa sou eu e não peço desculpas por isso.)
sábado, 6 de abril de 2013
Agradecimentos
Gente, adoraria agradecer por todos os acessos que a página recebeu ontem. Sério mesmo. Cada acesso significa muito pra mim, já que significa que alguém se interessa pelo que eu escrevo, que alguém compartilha do mesmo sentimento que eu.
Como esse blog não tem tema específico (só a minha descida, minha descida ao meu próprio eu), vou seguir postando sobre temas aleatórios, na língua que me der na telha. (inglês e português. Sinto muito pra que não lê nenhuma dessas duas línguas. Ali do lado tem a barrinha de tradução do Google que vai te ajudar a entender alguma coisa.)
Como eu me apresentei no primeiro post desse blog, não vou fazer tudo de novo. (Pra que não leu a minha apresentação, clique aqui) Mas tentarei adicionar alguma coisa ao longo do tempo, já que acredito que as pessoas mudam. Mudam por causa de suas novas experiências, por novas informações, conhecimentos novos.
Algumas semanas atrás, por exemplo, eu adoraria participar de uma página no facebook. Hoje, sou CDC (criadora de conteúdo) de uma página sobre livros. E estou amando a experiência, já que tenho que esquecer todas as minhas gírias regionais e aprender as gírias mais neutras (afinal, curtidores de páginas são do país inteiro). Como prova disso, o meu último post foi uma das resenhas que eu postei na página (postei três até agora).
Ou seja, estamos em constante evolução. Eu nunca imaginei que eu estaria, aos meus 17, quase 18 anos, escrevendo um blog, algumas estórias (nem me preocupo mais em contabilizar as estórias simultâneas que eu escrevo) e ainda fazendo faculdade. Eu imaginava uma vida completamente diferente. Admito que em certos aspectos a minha versão de 10 anos de idade estaria completamente decepcionada, mas em outros aspectos, eu realmente superei as minhas expectativas.
Se quiserem divulgar o blog, sintam-se a vontade para fazê-lo. Não tenho problema nenhum (a não ser, é claro, que a intensão seja fazer uma divulgação negativa) e até incentivo. Se alguém quiser fazer parceria, sejam bem vindos e podem facilmente entrar contato comigo ou pelos comentários aqui no blog ou pelo meu e-mail: dontcallmerevolution@gmail.com.
Espero vê-los em breve..
Como esse blog não tem tema específico (só a minha descida, minha descida ao meu próprio eu), vou seguir postando sobre temas aleatórios, na língua que me der na telha. (inglês e português. Sinto muito pra que não lê nenhuma dessas duas línguas. Ali do lado tem a barrinha de tradução do Google que vai te ajudar a entender alguma coisa.)
Como eu me apresentei no primeiro post desse blog, não vou fazer tudo de novo. (Pra que não leu a minha apresentação, clique aqui) Mas tentarei adicionar alguma coisa ao longo do tempo, já que acredito que as pessoas mudam. Mudam por causa de suas novas experiências, por novas informações, conhecimentos novos.
Algumas semanas atrás, por exemplo, eu adoraria participar de uma página no facebook. Hoje, sou CDC (criadora de conteúdo) de uma página sobre livros. E estou amando a experiência, já que tenho que esquecer todas as minhas gírias regionais e aprender as gírias mais neutras (afinal, curtidores de páginas são do país inteiro). Como prova disso, o meu último post foi uma das resenhas que eu postei na página (postei três até agora).
Ou seja, estamos em constante evolução. Eu nunca imaginei que eu estaria, aos meus 17, quase 18 anos, escrevendo um blog, algumas estórias (nem me preocupo mais em contabilizar as estórias simultâneas que eu escrevo) e ainda fazendo faculdade. Eu imaginava uma vida completamente diferente. Admito que em certos aspectos a minha versão de 10 anos de idade estaria completamente decepcionada, mas em outros aspectos, eu realmente superei as minhas expectativas.
Se quiserem divulgar o blog, sintam-se a vontade para fazê-lo. Não tenho problema nenhum (a não ser, é claro, que a intensão seja fazer uma divulgação negativa) e até incentivo. Se alguém quiser fazer parceria, sejam bem vindos e podem facilmente entrar contato comigo ou pelos comentários aqui no blog ou pelo meu e-mail: dontcallmerevolution@gmail.com.
Espero vê-los em breve..
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Resenha: "A Culpa é das Estrelas"

Assim
que eu comecei a ler (o livro tinha caído nas minhas mãos graças à uma amiga
muito insistente que eu tenho) eu imaginei que o livro seria mais um
melodrama de "ai, eu vou morrer de câncer". Nas primeiras páginas, eu
realmente achei que ia ser assim. Me enganei profundamente.
Logo
na capa, você lê o comentário de Markus Zusak (o autor do livro "A Menina
que Roubava Livros"): "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer
mais.". Faço minhas as palavras de Markus. Eu, que não sou uma pessoa de
chorar com ficção alguma (isso inclui filmes), já estava com lágrimas nos olhos
e me obrigando a não derramá-las.
O
livro conta a história de Hazel Grace Lancaster, uma menina de 16 anos que luta
contra a metástase de um câncer. (Pra quem não sabe, metástase de câncer é meio
que a "filial" de um câncer noutra parte do corpo) Ela é meio
pessimista em relação a morte e vive lembrando que a morte deixa as coisas pela
metade. Para provar a sua teoria, Hazel constantemente conta o final do seu
livro favorito, onde a personagem principal encerra a história sem ter
realmente ter tido um fim.
Hazel
frequenta um Grupo de Apoio a pessoas que tem ou tiveram câncer. Num dos
encontros desse grupo, ela conhece Augustus Waters, ou simplesmente Gus, um
garoto que sobreviveu a um osteossacaroma, mas que perdeu uma perna pro câncer.
Através de Isaac, os dois (Hazel e Gus) viram amigos e passam a trocar ideias e
se apaixonar um pelo outro.
O
mais incrível da história é que não é uma história conto de fada disfarçado de
vida real. Não existe um felizes para sempre, mas é um livro maravilhoso, que
aborda um tema meio chato que é a doença terminal.
Totalmente
recomendo. Se eu tivesse que dar uma nota entre 0 e 10, com toda a certeza
daria um 10 bem bonito pra esse livro. John Green merece todo o meu respeito
depois desse livro maravilhoso.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Motivo da demora e mais umas coisinhas
Me desculpem pela falta de postagens nos últimos dias. É que eu estou cheia de coisas pra fazer na faculdade (muitas coisas mesmo) e eu acabo não tendo tempo pra quase nada. Vou tentar fazer com que esse post valha a pena toda a demora.
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Bem, quem me conhece sabe que eu sou ~meio~ viciada em The Hunger Games (Jogos Vorazes). Muitas vezes faço associações de coisas que aconteceram comigo ou na minha frente com coisas que acontecem na saga. (Por exemplo: se surge uma vaga de estágio, faço associação com a arena, que os candidatos tentam se "matar" pela vaga) E muitas vezes sou tachada como chata por fazer essas associações. (admito que sou, em alguns momentos)
Já comecei a escrever uma fanfic sobre a série (Sim, eu escrevo fanfics. Não, não tem nada a ver com 50 tons de cinza.) e tenho todos os livros.
É nesse momento que você se pergunta: "Tá, e o que eu tenho a ver com isso? Pra que eu preciso saber que você tem os três livros de Jogos Vorazes e escreve uma fic?" Realmente, você não tem nada a ver com isso, mas o que eu queria fazer era mais ou menos uma recomendação. Muita gente já descarta ler a série pelo título (Por lembrar Jogos Mortais) ou por se tratar de uma distopia.
Pra quem gosta de romances históricos, ou de discussões políticas disfarçadas, leia. Leia a saga inteira. Apesar de se tratar de uma distopia, tem muitas coisas que remetem a um passado meio início do século XX, com toda uma referência a estados mineradores e falta de dinheiro. Na saga, se levanta, indiretamente, o seguinte questionamento: será que tudo vale a pena pelo entretenimento dos mais ricos? E, ao mesmo tempo, mostra a fragilidade de governos tirânicos, como os famosos casos da história (o Stalinismo e o Nazismo), onde todo mundo tinha seu lugarzinho ali, quietinho, não podia questionar, nem desobedecer as regras, sendo punido com chibatadas ou a morte.
O que eu mais gostei na série, foi o fato de política e questionamentos sociais estarem ali, óbvios para qualquer um ver (ou melhor, ler) sem ser de uma forma maçante, ou de uma maneira tediosa. O questionamento é levantado de uma forma meio sutil. Tão sutil que a personagem principal (Katniss Everdeen) demorou dois livros e mais alguns capítulos para entender o que o Presidente de seu país queria dizer com "A Capital é mais frágil do que você imagina".
Enfim, totalmente recomendo a série e acho que professores de filosofia ou história deveriam sugerir a leitura da saga (ou até exibir o filme na aula) quando forem falar de política, já que levanta questionamentos interessantes e ao mesmo tempo não é uma coisa enfadonha de livros-texto.
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Bem, quem me conhece sabe que eu sou ~meio~ viciada em The Hunger Games (Jogos Vorazes). Muitas vezes faço associações de coisas que aconteceram comigo ou na minha frente com coisas que acontecem na saga. (Por exemplo: se surge uma vaga de estágio, faço associação com a arena, que os candidatos tentam se "matar" pela vaga) E muitas vezes sou tachada como chata por fazer essas associações. (admito que sou, em alguns momentos)
Já comecei a escrever uma fanfic sobre a série (Sim, eu escrevo fanfics. Não, não tem nada a ver com 50 tons de cinza.) e tenho todos os livros.
É nesse momento que você se pergunta: "Tá, e o que eu tenho a ver com isso? Pra que eu preciso saber que você tem os três livros de Jogos Vorazes e escreve uma fic?" Realmente, você não tem nada a ver com isso, mas o que eu queria fazer era mais ou menos uma recomendação. Muita gente já descarta ler a série pelo título (Por lembrar Jogos Mortais) ou por se tratar de uma distopia.
Pra quem gosta de romances históricos, ou de discussões políticas disfarçadas, leia. Leia a saga inteira. Apesar de se tratar de uma distopia, tem muitas coisas que remetem a um passado meio início do século XX, com toda uma referência a estados mineradores e falta de dinheiro. Na saga, se levanta, indiretamente, o seguinte questionamento: será que tudo vale a pena pelo entretenimento dos mais ricos? E, ao mesmo tempo, mostra a fragilidade de governos tirânicos, como os famosos casos da história (o Stalinismo e o Nazismo), onde todo mundo tinha seu lugarzinho ali, quietinho, não podia questionar, nem desobedecer as regras, sendo punido com chibatadas ou a morte.
O que eu mais gostei na série, foi o fato de política e questionamentos sociais estarem ali, óbvios para qualquer um ver (ou melhor, ler) sem ser de uma forma maçante, ou de uma maneira tediosa. O questionamento é levantado de uma forma meio sutil. Tão sutil que a personagem principal (Katniss Everdeen) demorou dois livros e mais alguns capítulos para entender o que o Presidente de seu país queria dizer com "A Capital é mais frágil do que você imagina".
Enfim, totalmente recomendo a série e acho que professores de filosofia ou história deveriam sugerir a leitura da saga (ou até exibir o filme na aula) quando forem falar de política, já que levanta questionamentos interessantes e ao mesmo tempo não é uma coisa enfadonha de livros-texto.
sexta-feira, 8 de março de 2013
It's me - again
Today in college was weird. Two friends of mine came to talk to me - not at the same time, let's be clear - and both conversations ended up talking about sex. I know, sex is a taboo in a lot of places, even now, in the 21st century. But, lets face it: it's a natural thing.
The first friend that came and talked with me (I won't tell his name. It isn't fair with him) asked if I was virgin. I answered that yes, I'm virgin. Please, this isn't a time to judge. He asked me why and I gave him a lame excuse (yes, I admit it was lame). He told me that the excuse was lame and everything. So we tried to move on the conversation to another subject cause I was getting kinda embarrassed (it IS embaracing to talk to a male friend about sex when you're a girl). Several hours later, another friend of mine (that I'll also not say her name, in respect) was talking to me and the subject also ended up in sex. She made the same question my other friend made and I answered the very same thing. But she quite understood my point when I told her I didn't think it would happen so soon.
What if I had lied to them and said that no, I ain't virgin anymore, but not with a huge romantic thing, but through rape. I guess that their reaction would be of total shock (and in the second situation would be quite lethal once my friend was driving). I know it happens to a lot of girls (and boys too) so I think that it shuldn't be such a taboo, anyway.
What I wanna say with this is: why is there that huge pressure for people (girls AND boys) having sex when they get in college? I mean, nothing against people who do it, but why it has to be an "universal experience"? I get the whole new-life-new-expiriences stuff, but c'mon!
I'm not gonna preach that whole sex-after-marriage kind of stuff. It just ain't me. I think it's bullcrap, even for nowadays. Especially for nowadays. I just wanna make people think about the romantic side of all this. Ok, it might have sounded a little weird, once sex, most times, sounds nasty. But the point is: do it just for doing it? Is it really that necessary? I mean, would you do just to be able to tell your friends "hey, I just got laid"?
I guess that's all. I think I just wanted to raise those questions, so they could be discussed.
See you guys later
PS: No, I haven't lied to my friends. Nor in this post. Yes, I'm a virgin.
PPS: Let's make it clear. I do have a boyfriend.
PPPS: I think I must repeat this: I'm not against sex-after-marriage thing. I just don't think it works for everyone.
The first friend that came and talked with me (I won't tell his name. It isn't fair with him) asked if I was virgin. I answered that yes, I'm virgin. Please, this isn't a time to judge. He asked me why and I gave him a lame excuse (yes, I admit it was lame). He told me that the excuse was lame and everything. So we tried to move on the conversation to another subject cause I was getting kinda embarrassed (it IS embaracing to talk to a male friend about sex when you're a girl). Several hours later, another friend of mine (that I'll also not say her name, in respect) was talking to me and the subject also ended up in sex. She made the same question my other friend made and I answered the very same thing. But she quite understood my point when I told her I didn't think it would happen so soon.
What if I had lied to them and said that no, I ain't virgin anymore, but not with a huge romantic thing, but through rape. I guess that their reaction would be of total shock (and in the second situation would be quite lethal once my friend was driving). I know it happens to a lot of girls (and boys too) so I think that it shuldn't be such a taboo, anyway.
What I wanna say with this is: why is there that huge pressure for people (girls AND boys) having sex when they get in college? I mean, nothing against people who do it, but why it has to be an "universal experience"? I get the whole new-life-new-expiriences stuff, but c'mon!
I'm not gonna preach that whole sex-after-marriage kind of stuff. It just ain't me. I think it's bullcrap, even for nowadays. Especially for nowadays. I just wanna make people think about the romantic side of all this. Ok, it might have sounded a little weird, once sex, most times, sounds nasty. But the point is: do it just for doing it? Is it really that necessary? I mean, would you do just to be able to tell your friends "hey, I just got laid"?
I guess that's all. I think I just wanted to raise those questions, so they could be discussed.
See you guys later
PS: No, I haven't lied to my friends. Nor in this post. Yes, I'm a virgin.
PPS: Let's make it clear. I do have a boyfriend.
PPPS: I think I must repeat this: I'm not against sex-after-marriage thing. I just don't think it works for everyone.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Oi
Olá.
Decidi criar esse blog porque... Bem, comecei esse blog por que tava afim.
Não tem nenhuma história triste de cortar o coração por trás nem nada disso. Decidi criar porque tava afim e queria um lugar que eu pudesse escrever o que me desse na telha.
Nesse post inicial, vou tentar me descrever um pouco, já que, se alguém gostar e decidir seguir o blog, vai saber mais ou menos que é que fala.
Tenho 17 anos (faço aniversário dia 02/06, se alguém se importar), faço jornalismo na federal de Pernambuco (apesar de odiar o curso com todas as minhas forças), amo fotografia, tenho a pretensão de algum dia ir trabalhar em Los Angeles e fazer um curso de screenwriting, adoro filmes de comédia meio toscos (exemplo: Detention e Rocky Horror Picture Show), sou tributo e potterhead. Também adoro musicais, tenho uma certa queda por trilhas sonoras (já tenho 10 - e ainda contando) e amo escrever.
Tenho um sério problema com a minha altura. Ou melhor, ela tem comigo. Tenho 1,58m. Isso acaba sendo um completo problema quando a maioria dos seus amigos são homens (mais altos do que você, por tabela). Mas isso é um problema que pode ser resolvido facilmente. Ou não.
Quando entro em alguma coisa que me empolgue, tento entrar de cabeça, mas no momento em que alguma coisa me frustra, desisto. (Isso também vale para textos)
Minhas bandas/artistas preferidas(os) são Fun., Jack's Mannequin e Mika. Também escuto algumas músicas dos Beatles e da Taylor Swift.
Quando começo a escrever, já imagino mil e uma possibilidades pra história, às vezes até me imagino indo pra première do filme baseado na minha história. (O que muito provavelmente não vai acontecer nunca, mas não custa nada sonhar.)
Como qualquer adolescente de 17 anos, tenho meus sonhos. Uns três eu já botei no início do post (ir pra LA, fazer um curso de screenwriting e ter uma história minha transformada em filme), mas eu tenho muito mais. Conseguir publicar uma história (em livro, com direito a capa dura e todas essas coisas dignas de um livro bom), fazer um curso de fotografia, ouvir de alguém que eu não conheço que eu mudei a vida dela(e) depois dela(e) ler um texto meu, essas coisas...
Decidi criar esse blog porque... Bem, comecei esse blog por que tava afim.
Não tem nenhuma história triste de cortar o coração por trás nem nada disso. Decidi criar porque tava afim e queria um lugar que eu pudesse escrever o que me desse na telha.
Nesse post inicial, vou tentar me descrever um pouco, já que, se alguém gostar e decidir seguir o blog, vai saber mais ou menos que é que fala.
Tenho 17 anos (faço aniversário dia 02/06, se alguém se importar), faço jornalismo na federal de Pernambuco (apesar de odiar o curso com todas as minhas forças), amo fotografia, tenho a pretensão de algum dia ir trabalhar em Los Angeles e fazer um curso de screenwriting, adoro filmes de comédia meio toscos (exemplo: Detention e Rocky Horror Picture Show), sou tributo e potterhead. Também adoro musicais, tenho uma certa queda por trilhas sonoras (já tenho 10 - e ainda contando) e amo escrever.
Tenho um sério problema com a minha altura. Ou melhor, ela tem comigo. Tenho 1,58m. Isso acaba sendo um completo problema quando a maioria dos seus amigos são homens (mais altos do que você, por tabela). Mas isso é um problema que pode ser resolvido facilmente. Ou não.
Quando entro em alguma coisa que me empolgue, tento entrar de cabeça, mas no momento em que alguma coisa me frustra, desisto. (Isso também vale para textos)
Minhas bandas/artistas preferidas(os) são Fun., Jack's Mannequin e Mika. Também escuto algumas músicas dos Beatles e da Taylor Swift.
Quando começo a escrever, já imagino mil e uma possibilidades pra história, às vezes até me imagino indo pra première do filme baseado na minha história. (O que muito provavelmente não vai acontecer nunca, mas não custa nada sonhar.)
Como qualquer adolescente de 17 anos, tenho meus sonhos. Uns três eu já botei no início do post (ir pra LA, fazer um curso de screenwriting e ter uma história minha transformada em filme), mas eu tenho muito mais. Conseguir publicar uma história (em livro, com direito a capa dura e todas essas coisas dignas de um livro bom), fazer um curso de fotografia, ouvir de alguém que eu não conheço que eu mudei a vida dela(e) depois dela(e) ler um texto meu, essas coisas...
Por incrível que pareça, tenho uma certa dificuldade em fazer amizade com alguém da minha idade. A maior parte dos meus amigos são mais velhos ou mais novos do que eu. Dificilmente são da minha idade. Isso não significa que eu odeie as pessoas da minha idade. Isso só quer dizer que eu me dou melhor com pessoas de outras faixas etárias.
Em relação à faculdade, sim, eu odeio de verdade as minhas aulas (a única que se salva é de fotografia - e olhe lá). Não sei dizer ao certo se é porque eu não nasci pra ser jornalista ou se é porque as aulas são tão chatas e maçantes que se torna impossível de gostar de alguma coisa. Depois de algum tempo, passo a pensar que o melhor que eu tenho a fazer é desistir desse maldito curso e ir trabalhar numa editora.
Pra mim, escrever sobre o que eu gosto é a glória. Cada palavra escrita, cada personagem criado e cada situação imaginada ficam muito bem marcadas na minha cabeça. Os personagens se tornam meio que filhos meus, como se fossem pessoas de verdade que eu tivesse que ficar checando se estão bem ou não...
Baseado nisso, eu sempre quis ser escritora. Tá, dizer que foi desde sempre é um exagero da minha parte. Já quis ser atriz, arquiteta, médica e várias outras coisas. Mas escritora, escritora mesmo, só fui querer ser mesmo de uns sete anos pra cá, mais ou menos. Começou quando uma amiga minha me introduziu ao mundo fantástico das fanfics. De início, eu só lia. Lia para saber como era. Depois eu comecei a criar as minhas fanfics, com meus personagens adicionais, meus enredos e tudo o que eu pudesse acrescentar. Algumas semanas e linhas escritas depois, eu tinha me decidido. Iria me tornar escritora. Mas, como a realidade não podia deixar de atacar, percebi que eu moro num país que não incentiva a leitura. Graças aos altos impostos, comprar um livro produzido inteiramente no Brasil se torna uma fortuna, enquanto lá fora...
Tentei meio que me sintetizar por aqui. Se em algum momento eu pareci chata e pá, me digam. Comentários com críticas e sugestões são sempre bem-vindos, até incentivados...
Espero postar em breve.
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