
Assim
que eu comecei a ler (o livro tinha caído nas minhas mãos graças à uma amiga
muito insistente que eu tenho) eu imaginei que o livro seria mais um
melodrama de "ai, eu vou morrer de câncer". Nas primeiras páginas, eu
realmente achei que ia ser assim. Me enganei profundamente.
Logo
na capa, você lê o comentário de Markus Zusak (o autor do livro "A Menina
que Roubava Livros"): "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer
mais.". Faço minhas as palavras de Markus. Eu, que não sou uma pessoa de
chorar com ficção alguma (isso inclui filmes), já estava com lágrimas nos olhos
e me obrigando a não derramá-las.
O
livro conta a história de Hazel Grace Lancaster, uma menina de 16 anos que luta
contra a metástase de um câncer. (Pra quem não sabe, metástase de câncer é meio
que a "filial" de um câncer noutra parte do corpo) Ela é meio
pessimista em relação a morte e vive lembrando que a morte deixa as coisas pela
metade. Para provar a sua teoria, Hazel constantemente conta o final do seu
livro favorito, onde a personagem principal encerra a história sem ter
realmente ter tido um fim.
Hazel
frequenta um Grupo de Apoio a pessoas que tem ou tiveram câncer. Num dos
encontros desse grupo, ela conhece Augustus Waters, ou simplesmente Gus, um
garoto que sobreviveu a um osteossacaroma, mas que perdeu uma perna pro câncer.
Através de Isaac, os dois (Hazel e Gus) viram amigos e passam a trocar ideias e
se apaixonar um pelo outro.
O
mais incrível da história é que não é uma história conto de fada disfarçado de
vida real. Não existe um felizes para sempre, mas é um livro maravilhoso, que
aborda um tema meio chato que é a doença terminal.
Totalmente
recomendo. Se eu tivesse que dar uma nota entre 0 e 10, com toda a certeza
daria um 10 bem bonito pra esse livro. John Green merece todo o meu respeito
depois desse livro maravilhoso.
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