Depois de um tempo longo de angústia em relação à faculdade, eu meio que consegui enxergar uma luz no fim do túnel.
No segundo período (to no 4o, ou seja, há quase um ano) eu tive uma cadeira de fotografia. Logo de cara já me apaixonei, isso antes de ouvir as teorias e conceitos e saber como se manipula uma câmera. Quando comecei a ver as teorias e conceitos, comecei a gostar de verdade (não que eu já não gostasse antes, mas passei a gostar mais) e passei a cogitar a possibilidade de focar justamente na fotografia.
Dei uma pesquisada e vi que pessoas formadas em jornalismo podem se especializar em foto (não só em fotojornalismo, mas na foto em si) e viver disso. Comecei a realmente tomar gosto pela coisa, li os artigos recomendados sobre morte e imagem (sim, o tema é mórbido, mas é bom pra entender um monte de coisas) e sobre teorias da foto em si.
No semestre passado, tive que pagar uma cadeira pra fazer o pré-projeto de um "mini TCC", por assim dizer, e esse "mini TCC" será colocado em prática nesse semestre. Com a opção de tema livre, acabei escolhendo fotografia, mais especificamente Astrid Kirchherr, uma fotógrafa alemã que eu particularmente gosto.
Terminei de fazer o pré-projeto e, para a minha surpresa, consegui meio que convencer que o meu tema não era tão maluco como parece logo de cara e que realmente vale a pena ser estudado. Segunda-feira vou dar andamento no projeto depois de uma alegria: ter estagiado num centro de imagem durante as férias.
Esse estágio (que durou curtas três semanas) me ajudou a ter certeza que é isso que eu quero pra mim. Trabalhar com imagem passou a ser uma espécie de "conforto" e luz no fim do túnel. E, durante as férias, vi que eu teria apoio não só de amigos, mas da minha família (mais especificamente dos meus pais) pra esse tipo de profissão.
Agora é só ter o foco na imagem.
sábado, 19 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Tatuagem
Depois de um bom tempo desejando, ansiando e confabulando, finalmente fiz a minha primeira tatuagem. Fiquei um tempo em dúvida sobre o que e onde fazer, mas acabei decidindo.
Como eu sempre fui um pouco "catequizada" pela minha mãe em relação a tatuagem (não escolher nada em relação a fandoms ou nome de namorados/amigos/noivos/maridos), quis alguma coisa que tivesse significado pra mim. Passei realmente um tempo pensando no que eu iria tatuar, até acabar chegando a duas opções: ou eu iria tatuar "carry on", ou uma flecha simples. Nos dois casos, a tatuagem que fosse escolhida, seria feita na costela. Matutei mais um pouco e, no dia que eu marquei com o tatuador (há exatamente 1 semana) mudei de ideia, tanto em relação ao que seria tatuado, quanto em relação a onde seria feita.
No fim, acabei decidindo tatuar uma âncora, um pouco acima da dobra interna do cotovelo. Quando terminei de fazer, fui direto pro estágio, sabendo que, quando voltasse de viagem, a minha mãe poderia surtar.
Quando cheguei em casa, meus irmãos (sou a 3ª de 4, mas nesse dia, só estavam em casa dois deles) começaram a me perguntar: "Doeu?" "Onde é que tu fez?" e coisas afins. A minha irmã em específico perguntou: "O que essa âncora significa pra você? Tais ligada que você não tem como tirar mais, né?" Respondi com toda a calma possível.
Pra quem também ficou se perguntando se doeu ou não, a resposta é: doeu, mas foi aexcruciante dor de ser riscado com uma caneta que tá falhando. Sim, foi essa a enorme e insuportável dor.
E sim, a âncora tem um significado pra mim. Desde pequena morei numa cidade litorânea que, inicialmente, era uma vila de pescadores. Além disso, eu adoro o mar (não confundir com "gostar de praia". Agradecida.) e nadar, apesar de nunca ter virado atleta por ser muito devagar.
Quem quiser tirar alguma dúvida, pode entrar em contato comigo pelos comentários ou pelo twitter (@whatislife_63). Mas não garanto que sou uma especialista, mas posso ajudar no possível.
UPDATE: A revista Super Interessante tá fazendo um censo de quem tem tatuagem. Vale a pena participar, já que, no final, ele diz qual o seu perfil em relação a tatuagem.
Como eu sempre fui um pouco "catequizada" pela minha mãe em relação a tatuagem (não escolher nada em relação a fandoms ou nome de namorados/amigos/noivos/maridos), quis alguma coisa que tivesse significado pra mim. Passei realmente um tempo pensando no que eu iria tatuar, até acabar chegando a duas opções: ou eu iria tatuar "carry on", ou uma flecha simples. Nos dois casos, a tatuagem que fosse escolhida, seria feita na costela. Matutei mais um pouco e, no dia que eu marquei com o tatuador (há exatamente 1 semana) mudei de ideia, tanto em relação ao que seria tatuado, quanto em relação a onde seria feita.
No fim, acabei decidindo tatuar uma âncora, um pouco acima da dobra interna do cotovelo. Quando terminei de fazer, fui direto pro estágio, sabendo que, quando voltasse de viagem, a minha mãe poderia surtar.
Quando cheguei em casa, meus irmãos (sou a 3ª de 4, mas nesse dia, só estavam em casa dois deles) começaram a me perguntar: "Doeu?" "Onde é que tu fez?" e coisas afins. A minha irmã em específico perguntou: "O que essa âncora significa pra você? Tais ligada que você não tem como tirar mais, né?" Respondi com toda a calma possível.
Pra quem também ficou se perguntando se doeu ou não, a resposta é: doeu, mas foi a
E sim, a âncora tem um significado pra mim. Desde pequena morei numa cidade litorânea que, inicialmente, era uma vila de pescadores. Além disso, eu adoro o mar (não confundir com "gostar de praia". Agradecida.) e nadar, apesar de nunca ter virado atleta por ser muito devagar.
Quem quiser tirar alguma dúvida, pode entrar em contato comigo pelos comentários ou pelo twitter (@whatislife_63). Mas não garanto que sou uma especialista, mas posso ajudar no possível.
UPDATE: A revista Super Interessante tá fazendo um censo de quem tem tatuagem. Vale a pena participar, já que, no final, ele diz qual o seu perfil em relação a tatuagem.
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