Me desculpem pela falta de postagens nos últimos dias. É que eu estou cheia de coisas pra fazer na faculdade (muitas coisas mesmo) e eu acabo não tendo tempo pra quase nada. Vou tentar fazer com que esse post valha a pena toda a demora.
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Bem, quem me conhece sabe que eu sou ~meio~ viciada em The Hunger Games (Jogos Vorazes). Muitas vezes faço associações de coisas que aconteceram comigo ou na minha frente com coisas que acontecem na saga. (Por exemplo: se surge uma vaga de estágio, faço associação com a arena, que os candidatos tentam se "matar" pela vaga) E muitas vezes sou tachada como chata por fazer essas associações. (admito que sou, em alguns momentos)
Já comecei a escrever uma fanfic sobre a série (Sim, eu escrevo fanfics. Não, não tem nada a ver com 50 tons de cinza.) e tenho todos os livros.
É nesse momento que você se pergunta: "Tá, e o que eu tenho a ver com isso? Pra que eu preciso saber que você tem os três livros de Jogos Vorazes e escreve uma fic?" Realmente, você não tem nada a ver com isso, mas o que eu queria fazer era mais ou menos uma recomendação. Muita gente já descarta ler a série pelo título (Por lembrar Jogos Mortais) ou por se tratar de uma distopia.
Pra quem gosta de romances históricos, ou de discussões políticas disfarçadas, leia. Leia a saga inteira. Apesar de se tratar de uma distopia, tem muitas coisas que remetem a um passado meio início do século XX, com toda uma referência a estados mineradores e falta de dinheiro. Na saga, se levanta, indiretamente, o seguinte questionamento: será que tudo vale a pena pelo entretenimento dos mais ricos? E, ao mesmo tempo, mostra a fragilidade de governos tirânicos, como os famosos casos da história (o Stalinismo e o Nazismo), onde todo mundo tinha seu lugarzinho ali, quietinho, não podia questionar, nem desobedecer as regras, sendo punido com chibatadas ou a morte.
O que eu mais gostei na série, foi o fato de política e questionamentos sociais estarem ali, óbvios para qualquer um ver (ou melhor, ler) sem ser de uma forma maçante, ou de uma maneira tediosa. O questionamento é levantado de uma forma meio sutil. Tão sutil que a personagem principal (Katniss Everdeen) demorou dois livros e mais alguns capítulos para entender o que o Presidente de seu país queria dizer com "A Capital é mais frágil do que você imagina".
Enfim, totalmente recomendo a série e acho que professores de filosofia ou história deveriam sugerir a leitura da saga (ou até exibir o filme na aula) quando forem falar de política, já que levanta questionamentos interessantes e ao mesmo tempo não é uma coisa enfadonha de livros-texto.
quarta-feira, 20 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
It's me - again
Today in college was weird. Two friends of mine came to talk to me - not at the same time, let's be clear - and both conversations ended up talking about sex. I know, sex is a taboo in a lot of places, even now, in the 21st century. But, lets face it: it's a natural thing.
The first friend that came and talked with me (I won't tell his name. It isn't fair with him) asked if I was virgin. I answered that yes, I'm virgin. Please, this isn't a time to judge. He asked me why and I gave him a lame excuse (yes, I admit it was lame). He told me that the excuse was lame and everything. So we tried to move on the conversation to another subject cause I was getting kinda embarrassed (it IS embaracing to talk to a male friend about sex when you're a girl). Several hours later, another friend of mine (that I'll also not say her name, in respect) was talking to me and the subject also ended up in sex. She made the same question my other friend made and I answered the very same thing. But she quite understood my point when I told her I didn't think it would happen so soon.
What if I had lied to them and said that no, I ain't virgin anymore, but not with a huge romantic thing, but through rape. I guess that their reaction would be of total shock (and in the second situation would be quite lethal once my friend was driving). I know it happens to a lot of girls (and boys too) so I think that it shuldn't be such a taboo, anyway.
What I wanna say with this is: why is there that huge pressure for people (girls AND boys) having sex when they get in college? I mean, nothing against people who do it, but why it has to be an "universal experience"? I get the whole new-life-new-expiriences stuff, but c'mon!
I'm not gonna preach that whole sex-after-marriage kind of stuff. It just ain't me. I think it's bullcrap, even for nowadays. Especially for nowadays. I just wanna make people think about the romantic side of all this. Ok, it might have sounded a little weird, once sex, most times, sounds nasty. But the point is: do it just for doing it? Is it really that necessary? I mean, would you do just to be able to tell your friends "hey, I just got laid"?
I guess that's all. I think I just wanted to raise those questions, so they could be discussed.
See you guys later
PS: No, I haven't lied to my friends. Nor in this post. Yes, I'm a virgin.
PPS: Let's make it clear. I do have a boyfriend.
PPPS: I think I must repeat this: I'm not against sex-after-marriage thing. I just don't think it works for everyone.
The first friend that came and talked with me (I won't tell his name. It isn't fair with him) asked if I was virgin. I answered that yes, I'm virgin. Please, this isn't a time to judge. He asked me why and I gave him a lame excuse (yes, I admit it was lame). He told me that the excuse was lame and everything. So we tried to move on the conversation to another subject cause I was getting kinda embarrassed (it IS embaracing to talk to a male friend about sex when you're a girl). Several hours later, another friend of mine (that I'll also not say her name, in respect) was talking to me and the subject also ended up in sex. She made the same question my other friend made and I answered the very same thing. But she quite understood my point when I told her I didn't think it would happen so soon.
What if I had lied to them and said that no, I ain't virgin anymore, but not with a huge romantic thing, but through rape. I guess that their reaction would be of total shock (and in the second situation would be quite lethal once my friend was driving). I know it happens to a lot of girls (and boys too) so I think that it shuldn't be such a taboo, anyway.
What I wanna say with this is: why is there that huge pressure for people (girls AND boys) having sex when they get in college? I mean, nothing against people who do it, but why it has to be an "universal experience"? I get the whole new-life-new-expiriences stuff, but c'mon!
I'm not gonna preach that whole sex-after-marriage kind of stuff. It just ain't me. I think it's bullcrap, even for nowadays. Especially for nowadays. I just wanna make people think about the romantic side of all this. Ok, it might have sounded a little weird, once sex, most times, sounds nasty. But the point is: do it just for doing it? Is it really that necessary? I mean, would you do just to be able to tell your friends "hey, I just got laid"?
I guess that's all. I think I just wanted to raise those questions, so they could be discussed.
See you guys later
PS: No, I haven't lied to my friends. Nor in this post. Yes, I'm a virgin.
PPS: Let's make it clear. I do have a boyfriend.
PPPS: I think I must repeat this: I'm not against sex-after-marriage thing. I just don't think it works for everyone.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Oi
Olá.
Decidi criar esse blog porque... Bem, comecei esse blog por que tava afim.
Não tem nenhuma história triste de cortar o coração por trás nem nada disso. Decidi criar porque tava afim e queria um lugar que eu pudesse escrever o que me desse na telha.
Nesse post inicial, vou tentar me descrever um pouco, já que, se alguém gostar e decidir seguir o blog, vai saber mais ou menos que é que fala.
Tenho 17 anos (faço aniversário dia 02/06, se alguém se importar), faço jornalismo na federal de Pernambuco (apesar de odiar o curso com todas as minhas forças), amo fotografia, tenho a pretensão de algum dia ir trabalhar em Los Angeles e fazer um curso de screenwriting, adoro filmes de comédia meio toscos (exemplo: Detention e Rocky Horror Picture Show), sou tributo e potterhead. Também adoro musicais, tenho uma certa queda por trilhas sonoras (já tenho 10 - e ainda contando) e amo escrever.
Tenho um sério problema com a minha altura. Ou melhor, ela tem comigo. Tenho 1,58m. Isso acaba sendo um completo problema quando a maioria dos seus amigos são homens (mais altos do que você, por tabela). Mas isso é um problema que pode ser resolvido facilmente. Ou não.
Quando entro em alguma coisa que me empolgue, tento entrar de cabeça, mas no momento em que alguma coisa me frustra, desisto. (Isso também vale para textos)
Minhas bandas/artistas preferidas(os) são Fun., Jack's Mannequin e Mika. Também escuto algumas músicas dos Beatles e da Taylor Swift.
Quando começo a escrever, já imagino mil e uma possibilidades pra história, às vezes até me imagino indo pra première do filme baseado na minha história. (O que muito provavelmente não vai acontecer nunca, mas não custa nada sonhar.)
Como qualquer adolescente de 17 anos, tenho meus sonhos. Uns três eu já botei no início do post (ir pra LA, fazer um curso de screenwriting e ter uma história minha transformada em filme), mas eu tenho muito mais. Conseguir publicar uma história (em livro, com direito a capa dura e todas essas coisas dignas de um livro bom), fazer um curso de fotografia, ouvir de alguém que eu não conheço que eu mudei a vida dela(e) depois dela(e) ler um texto meu, essas coisas...
Decidi criar esse blog porque... Bem, comecei esse blog por que tava afim.
Não tem nenhuma história triste de cortar o coração por trás nem nada disso. Decidi criar porque tava afim e queria um lugar que eu pudesse escrever o que me desse na telha.
Nesse post inicial, vou tentar me descrever um pouco, já que, se alguém gostar e decidir seguir o blog, vai saber mais ou menos que é que fala.
Tenho 17 anos (faço aniversário dia 02/06, se alguém se importar), faço jornalismo na federal de Pernambuco (apesar de odiar o curso com todas as minhas forças), amo fotografia, tenho a pretensão de algum dia ir trabalhar em Los Angeles e fazer um curso de screenwriting, adoro filmes de comédia meio toscos (exemplo: Detention e Rocky Horror Picture Show), sou tributo e potterhead. Também adoro musicais, tenho uma certa queda por trilhas sonoras (já tenho 10 - e ainda contando) e amo escrever.
Tenho um sério problema com a minha altura. Ou melhor, ela tem comigo. Tenho 1,58m. Isso acaba sendo um completo problema quando a maioria dos seus amigos são homens (mais altos do que você, por tabela). Mas isso é um problema que pode ser resolvido facilmente. Ou não.
Quando entro em alguma coisa que me empolgue, tento entrar de cabeça, mas no momento em que alguma coisa me frustra, desisto. (Isso também vale para textos)
Minhas bandas/artistas preferidas(os) são Fun., Jack's Mannequin e Mika. Também escuto algumas músicas dos Beatles e da Taylor Swift.
Quando começo a escrever, já imagino mil e uma possibilidades pra história, às vezes até me imagino indo pra première do filme baseado na minha história. (O que muito provavelmente não vai acontecer nunca, mas não custa nada sonhar.)
Como qualquer adolescente de 17 anos, tenho meus sonhos. Uns três eu já botei no início do post (ir pra LA, fazer um curso de screenwriting e ter uma história minha transformada em filme), mas eu tenho muito mais. Conseguir publicar uma história (em livro, com direito a capa dura e todas essas coisas dignas de um livro bom), fazer um curso de fotografia, ouvir de alguém que eu não conheço que eu mudei a vida dela(e) depois dela(e) ler um texto meu, essas coisas...
Por incrível que pareça, tenho uma certa dificuldade em fazer amizade com alguém da minha idade. A maior parte dos meus amigos são mais velhos ou mais novos do que eu. Dificilmente são da minha idade. Isso não significa que eu odeie as pessoas da minha idade. Isso só quer dizer que eu me dou melhor com pessoas de outras faixas etárias.
Em relação à faculdade, sim, eu odeio de verdade as minhas aulas (a única que se salva é de fotografia - e olhe lá). Não sei dizer ao certo se é porque eu não nasci pra ser jornalista ou se é porque as aulas são tão chatas e maçantes que se torna impossível de gostar de alguma coisa. Depois de algum tempo, passo a pensar que o melhor que eu tenho a fazer é desistir desse maldito curso e ir trabalhar numa editora.
Pra mim, escrever sobre o que eu gosto é a glória. Cada palavra escrita, cada personagem criado e cada situação imaginada ficam muito bem marcadas na minha cabeça. Os personagens se tornam meio que filhos meus, como se fossem pessoas de verdade que eu tivesse que ficar checando se estão bem ou não...
Baseado nisso, eu sempre quis ser escritora. Tá, dizer que foi desde sempre é um exagero da minha parte. Já quis ser atriz, arquiteta, médica e várias outras coisas. Mas escritora, escritora mesmo, só fui querer ser mesmo de uns sete anos pra cá, mais ou menos. Começou quando uma amiga minha me introduziu ao mundo fantástico das fanfics. De início, eu só lia. Lia para saber como era. Depois eu comecei a criar as minhas fanfics, com meus personagens adicionais, meus enredos e tudo o que eu pudesse acrescentar. Algumas semanas e linhas escritas depois, eu tinha me decidido. Iria me tornar escritora. Mas, como a realidade não podia deixar de atacar, percebi que eu moro num país que não incentiva a leitura. Graças aos altos impostos, comprar um livro produzido inteiramente no Brasil se torna uma fortuna, enquanto lá fora...
Tentei meio que me sintetizar por aqui. Se em algum momento eu pareci chata e pá, me digam. Comentários com críticas e sugestões são sempre bem-vindos, até incentivados...
Espero postar em breve.
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